segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Maria Rita

Postado por Daniel Argentino

A qualidade da Maria Rita como cantora todos já sabem, uma cantora que vem crescendo musicalmente desde o seu primeiro álbum. O show foi gravado dia 10 de Junho no Viva Rio (RJ) durante turnê atual da cantora. O DVD "Samba Meu" traz além do show na integra os bastidores, fotos e os videoclipes das músicas “Num Corpo Só” e “Não Deixe o Samba Morrer”.

Com direção de Hugo Prata e produção da própria Maria Rita e cenografia de Zé Carratu, Maria Rita está acompanhada por Jota Moraes (piano), Sylvinho Mazzuca (baixo acústico), Tuca Alves (violão), Camilo Mariano (bateria), Márcio Almeida (cavaquinho), Neni Brown e Miudinho (percussão).

O Set-List do show é de extrema qualidade, em um show Maria Rita conseguiu reunir canções de toda sua carreira. O atual "Samba Meu" (Melhor CD no prêmio Multishow) foi digamos o mais privilegiado – afinal a turnê é sobre ele.

Ao entrar no palco Maria Rita ataca logo com "Samba Meu" e em seguida mostrando toda sua energia com a música "O Homem Falou". A próxima é a canção "Ta Perdoado" - o hit do cd “Samba Meu” - e assim continua o show com outras canções do álbum atual - "Maria Do Socorro", "Novo Amor", "Trajetória", "O que é o Amor", "Cria". Depois começa um bloco com canções do primeiro e segundo álbum, todos muito bem interpretados pela cantora. "Muito Pouco" é para deixar de boca aberta até os críticos mais radicais da cantora. Maria Rita se supera em interpretação única e perfeita. Sem medo de se aproximar da fronteira do exagero. Em seguida vem outro clássico do seu primeiro álbum "Pagu", "A Festa" música que praticamente colocou Maria Rita no cenário nacional foi tocada de um jeito que eu jamais ouvi, principalmente pelo arranjo no final que ficou muito bom. Depois o show praticamente segue com músicas do álbum atual. Nesse último blog Maria Rita canta "Corpitcho", "Cara Valente", "Casa De Noca", "Num Corpo Só", "Conta Outra" - todas perfeitamente executadas ao vivo, com um ritmo contagiante. Por fim o DVD traz uma faixa bônus "Não Deixe o Samba Morrer" (música que ficou famosa na voz da Alcione) e que Maria Rita interpretou de forma excelente.

“Samba Meu” é um DVD que vale a pena ter em casa. Quem não ouviu ainda – pelo menos – vai ter a oportunidade e com certeza vai querer comprar o DVD. Inclusive abaixo postei um vídeo do DVD das músicas “Samba Meu / O Homem Falou / Tá Perdoado”. Além do mais o DVD tem o making of que está imperdível. Espero que você goste do áudio e do DVD.

Para finalizar o DVD “Samba Meu” serviu para coroar um belo trabalho da Maria Rita que foi o CD atual. Afinal o repertório do DVD é composto por 12 das 14 músicas. Maria Rita tem o público na mão, o samba na voz e o show faz o CD, que já é ótimo, crescer e se fortalecer.

2008 - Samba Meu (DVD Áudio)
Gênero: MPB/Samba



01. Samba Meu / O Homem Falou
02. Tá Perdoado
03. Maria Do Socorro
04. Novo Amor
05. Trajetória
06. O Que É O Amor
07. Cria
08. Recado
09. Muito Pouco
10. Pagu
11. Encontros E Despedidas
12. Caminho Das Águas
13. A Festa
14. Cara Valente
15. Corpitcho
16. Casa De Noca
17. Num Corpo Só
18. Maltratar, Não É Direito
19. Conta Outra
20. Não Deixe o Samba Morrer (Bônus)

*** Senha: jazzerock

Ficha Técnica (DVD Video)

Tamanho: 694 Mb
Qualidade:DVDrip
Formato: XviD
Áudio: Português
Créditos: Castor Download



Maria Rita "Samba Meu / O Homem Falou / Tá Perdoado" (DVD Samba Meu)


Site Oficial: Maria Rita

domingo, 6 de dezembro de 2009

Omertà (Mario Puzo)

Postado por Daniel Argentino

Ficha Técnica:

Título: Omertà
Autor: Mario Puzo
Gênero: Romance Policial
Lançamento: 1999
Páginas: 368
Acabamento: Brochura
Editora: Record

Mario Puzo é um dos meus escritores favoritos, principalmente por causa do tema em que ele pode ser considerado um expert, a Máfia Siciliana. Creio que todo esse conhecimento, pode ser atribuído pela origem de Puzo, ele que nasceu numa família de imigrantes sicilianos, claro que apenas isso não seria suficiente, ainda mais quando se trata de um gênio. O escritor ganhou fama internacional com o seu romance “The GodFather” (O Poderoso Chefão), publicado em 1969. Anos mais tarde o livro foi adaptado para as telonas, pelo diretor Francis Ford Coppola, foi uma série de três filmes e que não precisa falar do sucesso que alcançaram, alguns (como é meu caso), consideram como um dos maiores filmes de todos os tempos. Entre os vários livros do Puzo, estão os excelentes: "O Poderoso Chefão", “Os Tolos Morrem Antes”, “O Siciliano”, “O Último Chefão”, “Os Bórgias” e “Omertà”

“Omertà” é o ultimo volume de uma trilogia escrita por Mario Puzo, que é composta pelos outros livros, “O Poderoso Chefão” e o “Último Chefão”. Puzo faleceu em 1999 e deixou esse último capitulo da triologia pronto para ser lançado, “Omertà” é um grande thriller, que chegou aos primeiros lugares das principais listas dos mais vendidos dos EUA.

Segundo o “World Book Dictionay”, Omertà é um código de honra siciliano que proíbe informar sobre crimes que sejam considerados negócios pessoais das pessoas envolvidas. É uma palavra de etimologia italiana, que significa conspiração, e que originou-se da palavra umiltà (humildade) em italiano. Um exemplo seria: Se um ladrão rouba sua casa você não vai até a polícia, você procura as pessoas que sempre estiveram dispostas a lhe ajudar que elas resolverão o seu problema.

A história do livro começa quando dois assassinos de aluguel matam um poderoso capo da máfia que, havia anos, estava aposentado. Com a morte do don Raymonde Arpile, seu filho de criação Astorre Viola, assume os negócios da família e começa a procurar os responsáveis pelo crime jurando vingança. Envolvendo-se com o exército, tiras corruptos, agentes federais de reputação suspeita, mafiosos, assassinos e mulheres bonitas, Astorre investiga os interesses envolvidos na morte do don, e à medida que vai descobrindo novos fatos e pistas, prepara caminho para uma vingança implacável e sangrenta no melhor estilo da máfia siciliana. “Omertà” é um clássico da literatura policial e um excelente retrato do pior lado da sociedade americana.


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Dica de Filme: Cegos, Surdos e Loucos (1989)

Postado por Daniel Argentino

Fim de semana chegando e nada melhor do que um bom filme como opção para assistir. Hoje apresento para vocês uma super comédia, “Cegos Surdos e Loucos”, tive o prazer de assistir este filme pela primeira vez no Corujão, há muito tempo atrás.

Sinopse:

O dono de uma banca de jornais, Dave Lyons (Gene Wilder), que é surdo, dá um emprego para Wallace "Wally" Karue (Richard Pryor), que é cego. Perto da banca onde os dois trabalham, ocorre um assassinato cometido por Eve (Joan Severance), uma matadora profissional, mas a vítima conseguiu se livrar de uma aparente moeda (na verdade um supercondutor de energia) misturando com outras moedas, que haviam na banca. Wally ouviu um tiro e Dave só viu as pernas de Eve, mas quando a polícia chega os dois são presos como suspeitos. Como Eve e seu cúmplice inglês, Kirgo (Kevin Spacey), não encontram na maleta da vítima o material "encomendado" pelo mandante, Sutherland (Anthony Zerbe), então Eve e Kirgo se passam por advogados que querem libertar os acusados, pois têm certeza que a "moeda" está com eles. Mas Wally e Dave fogem e são perseguidos, pela polícia e pelos bandidos. E nesse cenário que começa hilariante caçada enquanto Wally e Dave fazem de tudo para levar o Departamento de Polícia de Nova Iorque até os verdadeiros culpados. Com esse filme a gargalhada está garantida do começo ao fim.

Ficha Técnica

Título Original: See No Evil, Hear No Evil ("Cegos, Surdos e Loucos")
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 102 minutos
Ano de Lançamento: 1989
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Direção: Arthur Hiller

Ficha Técnica (Dublado)

Tamanho: 1,2GB
Formato: DVDRIP
Aúdio: Português
Servidor: Megaupload

(PARTE 1)

(PARTE 2)

Ficha Técnica (Legendado)

Tamanho: 336 MB
Formato: RMVB
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Servidor: Megaupload

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Um gênio chamado Miles Davis

Postado por Daniel Argentino

Não é exagero dizer que no jazz nenhum outro músico foi tão intimista e tão perfeito quanto Miles Davis. Seu toque era puro e influenciou várias gerações. Ele não parava de se reinventar. Um divisor de águas na música.




Confira o programa "Arquivo N" da Globo News, que foi ao ar dia 02/12/2009. Uma edição especial sobre um dos maiores músicos da história, o trompetista Miles Davis. O programa traz relatos de músicos consagrados, como Ed Motta e Herbie Hancock e também relembra a trajetória do trompetista.

E um obrigado especial para minha noiva, pois foi quem me enviou a matéria.

Abraço.

Arnaldo Antunes

Postado por Daniel Argentino








Arnaldo Antunes: "Envelhecer"

2009 - Iê Iê Iê
Gênero: Rock


Arnaldo Antunes é um dos músicos mais respeitados e admirados do Brasil, fez parte dos Titãs, compôs grandes sucessos, seja com a banda ou na carreira solo. Confesso que não conheço 1% da obra do Arnaldo, porém esta semana assisti a entrevista dele no Programa do Jô, falando sobre seu mais novo trabalho, o álbum “Iê Iê Iê”. O que mais me chamou a atenção, foi a proposta do trabalho, Arnaldo tenta resgatar a música dos anos 60, que fora esquecida, tempos em que as meninas usavam saias rodadas, colares de bolinha e os meninos abusavam do gel do cabeço. É nesse cenário, porém deixando de lado o saudosismo, afinal o próprio Arnaldo disse que queria fazer um disco atual, com novidades, um disco de iê iê iê, com características próprias, mas revitalizando esse gênero. Arnaldo passeia pelo surf music, twist e jovem guarda, sempre com letras irônicas, humor e bem elaboradas.

"É todo um conceito de cultura pop, das histórias em quadrinho, das músicas no rádio, dos programas de auditório. O cenário do show, por exemplo, é um mosaico de camisetas penduradas com várias estampas, como Pelé, Che Guevara, Mickey, Coca-Cola", conta Arnaldo Antunes durante uma entrevista.

Das faixas do álbum, Arnaldo compôs 11 em parcerias, entre eles os amigos Tribalistas Marisa Monte e Carlinhos Brown, há também composições da época em que ele fazia parte dos Titãs, quando o grupo ainda tinha o “Iê Iê” no nome, a música “Luz Acesa” foi escrita com Sergio Britto e Marcelo Fromer. A produção é do Fernando Catatau, líder da banda cearense Cidadão Instigado, o disco foi gravado por Arnaldo em companhia de Chico Salem (violão e guitarra), Betão Aguiar (baixo) e Marcelo Jeneci (teclados), além de Edgard Scandurra na guitarra e Curumim na bateria. Destaque para as faixas "Iê Iê Iê", "Longe", "A Casa é Sua" e "Evelhecer".

Track List

01. Iê Iê Iê
02. A Casa é Sua
03. Aonde Você For
04. Vem Cá
05. Longe
06. Invejoso
07. Envelhecer
08. Sua Menina
09. Um Kilo
10. Sim ou Não
11. Meu Coração
12. Luz Acesa



Arnaldo Antunes: "Longe" (álbum: "Iê Iê Iê)


Entrevista: Arnaldo Antunes no Programa do Jô (01/12/2009)


Site Oficial: Arnaldo Antunes

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Xangô de Baker Street (Jô Soares)

Postado por Daniel Argentino

Ficha Técnica:

Titúlo: "O Xangô de Baker Street"
Escritor: Jô Soares
Gênero: Romance Cômico-Policial
Lançamento: 1995
Páginas: 349
Acabamento: Brochura
Selo: Companhia das Letras


Para dar inicio ao novo projeto do Blog Jazz e Rock, nada melhor do que citar o primeiro livro que me despertou para a leitura. “O Xangô de Baker Street” é o primeiro romance do apresentador, humorista e escritor Jô Soares, trazendo uma história surpreendente e intrigante, vendeu mais de 620 mil cópias no Brasil e também foi publicado em vários países; Canadá, EUA, Alemanha, Itália, Holanda, Japão, entre outros. Anos mais tarde o livro chega as telas do cinema, com uma produção excelente e sucesso garantido.

“Ô Xango de Baker Street” pode ser considerado um thriller, Jô Soares traz para o livro personagens conhecidos da história política e cultural do país, como Olavo Bilac, Chiquinha Gonzaga, D. Pedro II e em meio a tudo isso, dois personagens de ficção conhecidos mundialmente, o detetive inglês Sherlock Holmes e seu fiel amigo dr.Watson. O cenário é ainda mais surpreendente, Rio de Janeiro, século XIX, mais precisamente ano de 1886. Na ocasião desembarcava pela primeira vez no Brasil a legendária atriz francesa Sarah Bernhardt, para se apresentar no Imperial Teatro São Pedro de Alcântara, a platéia aplaudia emocionada, afinal era um momento histórico para os presentes, pois há meses a cidade inteira se preparou para tal apresentação. Na platéia convidados ilustres, entre eles o imperador do Brasil Dom Pedro II, que durante uma conversa no camarim com a atriz revela um segredo: um valioso violino Stradivarius, um presente do imperador para a baronesa de Avaré, Maria Luíza Catarina de Albuquerque, desaparecera de maneira misteriosa. Sarah pergunta sobre a polícia local, mas dom Pedro II diz que a baronesa não gostaria de envolver as autoridades, por que a imperatriz não veria a história nos jornais com bons olhos. É nesse momento que a atriz sugere que o imperador convide o famoso detetive Sherlock Holmes para investigar o caso. Dom Pedro II aceita o conselho prontamente, e eis que o detetive concorda vir para tentar solucionar o mistério. Ao mesmo tempo uma prostituta é assassinada, porém são deixados vestígios na cena do crime: As orelhas foram decepadas e uma corda de violino fora colocada nos pêlos pubianos da moça. O assassinato deixa o delegado Mello Pimenta sem saber o que fazer, enquanto ele busca suas primeiras pistas, Sherlock Holmes e Dr.Watson chegam ao Rio de Janeiro, sem imaginar os perigos que os esperam: feijoadas, caipirinhas, pais-de-santo, intelectuais de botequim, cannabis sativa e as mulatas. Porém, aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial em busca de um violino Stradivarius, transforma-se numa saga surpreendente, devido à série de crimes hediondos e enigmáticos que acontecem na cidade e que deve ser solucionado o mais rápido possível.

O resultado é um livro contagiante, como se não bastasse o enredo histórico e rico em detalhes, o livro vêm acompanhado de algumas suposições ousadas, como por exemplo, a do Brasil ter sido o berço do primeiro serial killer da história, que executa seu plano nota a nota, com notável afinação e precisão de corte.

É nessa trama que Jô Soares traça um romance implacável e impagável, que deixará o leitor aguçado, em uma busca frenética e alucinante juntamente com o detetive inglês Sherlock Holmes e será obrigado a admitir que os crimes abaixo do Equador não são tão elementares assim.

Esperanza Spalding

Postado por Tiago Kazama

2008 - Esperanza
Gênero: Jazz


Esperanza Spalding, 25 anos, contrabaixista e cantora Estadunidense. Revelação do Jazz, que há tempos não se vê ter tanta atenção. A mesma arrancou do apresentador David Letterman o seguinte comentário: "Você é absolutamente maravilhosa". Em 2008 a revista "Down Beat" a elegeu como "Melhor baixista acústica em ascensão". Se você acha pouco, ela compõe e ainda leciona para a famosíssima "Berklee College of Music" que fica em Boston. A cantora canta em inglês, espanhol e pasmem... Português. Fez versão até de Ponta de Areia de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Comentário da própria sobre nossa música: "Eu me sinto muito ligada à música brasileira, particularmente à melodia e à harmonia, que contribuíram bastante para meu estilo de compor e tocar".

Ela tem dois discos, os dois relativamente recentes. Junjo (2006) e Esperanza (2008), disponibilizado abaixo.

A mãe apoiou a cantora desde cedo. A mesma sempre credita à mãe o seu sucesso e sua evolução musical. Desde cedo aprendeu violino, com muita dedicação até quando completou 15 anos, quando assumiu o posto de primeira violinista da Orquestra Comunitária do Oregon: "The Chamber Music Society Of Oregon".

Só para citar, a moça já tocou acompanhada de: Joe Lovano, Donald Harrinson, Michel Camilo e Pat Metheny. São alguns que resolvi destacar, dos que ela teve o prazer de tocar acompanhada.

Quando eu puder disponibilizar o outro cd dela eu trago um pouco mais da história dela
Boa audição a todos!

Obs: Destaque para as músicas "Ponta de Areia", versão e Precious, esta segunda muito boa

Agradeço a Biu Oliveira que me apresentou Esperanza Spalding.

Track List

1 Ponta De Areia
2 I Know You Know
3 Fall In
4 I Adore You
5 Cuerpo y Alma
6 She Got To You
7 Precious
8 Mela
9 Love In Time
10 Espera
11 If That's True
12 Samba Em Preludio





Site Oficial: Esperanza Spalding

Móveis Coloniais de Acaju

Postado por Tiago Kazama

Olá a todos, me chamo Tiago e sou um novo colaborador do blog. Amante da música como todos vocês, prometo proporcionar o melhor do que eu achar do que eu costumo chamar de "garimpagem".

Neste primeiro post, peço que entendam a pessoalidade dele. Trago a vocês a banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. Tentar definir Móveis Coloniais de Acaju é uma tarefa um pouco complicada, pois eles trazem elementos do rock, do swing (vide single), do ska (muito presente) entre outras coisas. O som é muito rico em detalhes, com letras bem "livres".

A banda foi formada em 1998, como contam numa entrevista com 6 membros mais ou menos e com o tempo foram se juntando mais 4 membros, totalizando 10. O som da banda foi definido por eles próprios como "feijoada búlgara". O primeiro álbum da banda se chama Idem e foi lançado em 2005, com tiragem inicial de 3mil, onde nos primeiros 10 dias a aceitação foi tão positiva que 2mil cópias já haviam sido vendidas neste período.

Em 2007 eles lançam o single "Sem palavras" que contém uma "pegada" mais influenciada pelo swing. 2009 foi o ano em que decidiram lançar o álbum virtual "C_MPL_TE" e além disso produziram clipes independentes gravados ao vivo e disponibilizados no youtube quase que periodicamente, música a música.

Além das influências já citadas, a banda carrega consigo também influências do leste europeu e claro música brasileira.

Particularmente é uma das bandas atuais nacional que mais ouço, admiro (pela relação entre os integrantes e a independência da banda), elogio e tudo o mais. Perdoem-me pela pessoalidade mas decidi realmente começar com uma banda que gosto muito mesmo.

Quero agradecer a oportunidade que me foi dada pelo Daniel Argentino, espero não decepcionar.

Boa audição àqueles que não conhecem o som dos brasilienses aí!

2005 - Idem
Gênero: Rock, Ska


Track List

01. Perca Peso
02. Seria o Rolex?
03. Aluga-se-vende
04. Copacabana
05. Menina-moça
06. Cego
07. Esquilo Não Samba
08. Gregório
09. Swing Hum e Meio
10. Do Mesmo Ar
11. Sadô-masô
12. Receio do Remorso



2009 - C_MPL_TE
Gênero: Rock, Ska


1. Adeus
2. Lista de Casamento
3. O Tempo
4. Cão-Guia
5. Descomplica
6. Café com Leite
7. Pra Manter ou Mudar
8. Bem Natural
9. Falso Retrato
10. Cheia de Manha
11. Sem Palavras
12. Indiferença





Site Oficial: Móveis Coloniais de Acaju

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Resenha de Livros !

Postado por Daniel Argentino

Já faz algum tempo que estou com essa idéia em mente e queria compartilhar com os leitores aqui do blog. Quando eu pensei sobre isso, me pareceu bem interessante, afinal eu sou um admirador de apenas três tipos de arte: música, cinema e literatura. Pode-se dizer que elas andam juntas, uma completa a outra, isso na minha opinião. Então a idéia inicial é usar o espaço do Blog para escrever sobre alguns livros, principalmente os que eu já tive a chance de ler. Assim como faço com alguns filmes e claro com a música, a maneira como procuro trazer os álbuns até vocês, de uma forma bem descontraída, até para tirar essa imagem que geralmente o jazz carrega, de ser um som para elite e complicado, sempre procurei mostrar o contrário disso. Então surgiu a idéia de falar sobre alguns livros, por que assim como na música, às vezes caímos no dilema: “Estou com vontade de ler um livro. Mais qual livro comprar?”. Pensando nisso (por que já passei por isso várias vezes), estarei trazendo algumas dicas de livros para vocês, sempre de um jeito descomplicado.

O que acharam da idéia? Sugestões por favor ! (risos).

Abraço a todos.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Slide Guitar - Bottles, Knives, And Steel

Postado por Igor








Ouça a música: "God Don't Never Change".

1990 - Slide Guitar - Bottles, Knives, And Steel
Gênero: Blues


Na beira de uma estrada, uma garrafa quebrada, o gargalo sobre as cordas de um velho violão. Basicamente essa coletânea mostra toda essa história, de lado "Gospel" do Blues (com o velho Blind Willie Johson) até o lado "demoníaco" do blues beira de estrada (com o mistico Robert Johson). Uma coletânea histórica pra quem curte SLIDE GUITAR.

Track List

01. Bottleneck Blues
02. (Untitled)
03. God Don't Never Change
04. Dark Was The Night
05. St. Louis Blues
06. Experience Blues
07. Guitar Rag
08. You Can't Get That Stuff No More
09. High Sheriff Blues
10. Homesick & Lonesome Blues
11. Packin' Trunk Blues
12. I Beleive I'll Make A Change
13. Don't Sell It (Don't Give It Away)
14. Muscat Hill Blues
15. Travelling Riverside Blues
16. Bukka's Jitterbug Swing
17. Special Stream Line
18. Swing Low, Chariot
19. Pearline


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